Não existe a menor possibilidade desse texto ter um conteúdo técnico e critico sobre a série. Tudo que eu escrever por aqui serão palavras soltas da minha cabeça, mas com sentimentos guardados por meses. Talvez, ou melhor, com certeza, muita gente não va entender metade do que eu diga, mas desculpa se eu decepcioná-los, é que meu desabafo necessita de um espaço nesse blog. Vamos lá:
Se um dia eu reconhece-los, é porque eu nunca os esqueci. E é meio impossível isso acontecer, ja que carrego nosso nome em forma de tatuagem. Se vocês se perguntam se eu tive medo, respondo que apenas tomei coragem um pouco antes que vocês. Sai de um mundo para conhecer outro. E não. Era impossível manter os dois juntos. Eu tentei, juro que tentei. Mas me sentia sufocada pela bolha invisível que sempre nos fechou.
Engraçado, eu sempre cogitei esse final de "Mother". Mas nunca fui levada a sério. Nem por mim mesma, na verdade. Só que tem uma coisa que eu não vou esquecer: A pessoa que me apresentou a série. Para você meu amigo, deixo de lembrança a minha humildade.
Eu também não posso esquecer quem me ajudou nas técnicas de um roteiro. Não estou me referindo a dom, mas sim a estudos. E para você, minha amiga, deixo de lembrança minha coragem. Aliás, estou escrevendo esse texto ouvindo BSB. Obrigada por isso também.
Tem alguém que não teve muito o que me ensinar diretamente, mas me deixou feliz diversas vezes apenas por me ouvir. E eu acho que você ja se sentiu sufocado também. Calma, não tem problema. É só deixar o medo do novo de lado. Posso te garantir que da certo.
Bom, tem um cara que eu não posso lembrar, porque simplesmente nunca vou esqueçer. Você ainda é meu irmão. Para você deixo a certeza de um reencontro.
Tudo isso foi para dizer que nada no mundo me fará esquecer o que eu vivi. Eu não preciso receber um convite de uma festa para ser lembrada, simplesmente porque o fato de um não ter o convite é a prova de que vocês queriam que eu estivesse la. E eu estava. Em cada memória de espetáculo ou mesa de bar. Então obrigada pela lembrança.
E obrigada também por me fazer entender que precisamos crescer. Não falo de morar sozinha, conseguir um bom emprego, casar e tudo mais que manda o figurino. Mas por encarar o meu medo de ter medo. Eu tenho medo ainda sim, mas quando olho para o lado ele se vai. Porque tem alguém para segurar a minha mão e dizer: Ok, vai dar tudo certo agora.
Bom, agora eu preciso ir. Já são 7:25 e ainda não dormi. E juro, acabo de me dar conta que hoje é sexta-feira santa. Por algum motivo o destino quis que eu terminasse de assistir "How I met your Mother" nessa data. E olha só, esta ai uma coisa em que fui a ultima do "time" a fazer.
Até logo!
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